Me chamo Daniella. Tenho 15 16 anos. Adoro computador. Pretendo ser Web Designer, Escritora ou Fotógrafa. Tenho paixão inexplicável por computadores e não preciso de matemática pra usá-lo. Pelo menos em algumas coisas.

Odeio coisas que o ‘MUNDO’ faz. Coisas que o ‘MUNDO’ diz. Por que não ser diferente dos outros? Pra quê gastar uma grana com roupas da moda, se essa moda vai passar em questão de um mês? Ou pra que gastar uma grana com roupas da moda, se você vai sair na rua e vir a maioria das pessoas vestidas iguais a você? Que graça tem isso? Ou então, pra que vou me preocupar em ter namorados se eu posso ter amigos? Se você reparar bem, hoje em dia ser namorada é o mesmo que ser chifruda. Não quero dizer mal do seu namorado, mas vai dizer que nunca escutou sua amiga dizendo que ela mesma foi traída ou que você nunca viu nenhum conhecido traindo sua conhecida? Fala sério! Eu já vi e nos meus olhos eu confio!

Outra coisa é cair bêbada. O que leva uma pessoa a ficar bêbada? É engraçado? É! Mas ao mesmo tempo ridículo. Eu prefiro ser engraçada e sóbria a ser chamada de ridícula.
Sou do tipo que não me preocupo com os outros vão dizer. Bom, em parte. Me preocupo em ser educada e não se vão me odiar.

Acho que tive uma infância deprimida ):

BRIQS, ok? Ah, tive uma infância maneira, e tals. Brinquei, viajei, conheci lugares lindos, mas como todos os seres vivos, mas passo por sérios problemas com meus avôs, e isso não tá sendo legal. A única coisa que parece que me distrai, é escrever ou betar alguma fic, ou talvez fazer um site pra alguém que me pediu. Sei que isso vai passar. Se não passar quando eles tiverem vivos, sei que vai passar quando eu for independente. Sou forte o suficiente pra correr atrás de um final feliz. Não preciso de ‘homens’, em geral, pra isso. Eu posso arrumar um emprego de uma coisa que eu goste e ser feliz com isso. Não quero ter filhos. Quero adotar um. Aliás, quero adotar uma menina. Uma menina com oito anos. Sei que a maioria das pessoas que adotam prefere bebês recém nascidos, mas acho bebês muito frágeis pra mim. Sei lá, acho que não saberia cuidar de um ser que acabou de vir ao mundo. E acho que com uma menina com oito anos, eu poderia ser feliz com ela. Ela poderia ser feliz comigo. Eu a levaria pra passear. Eu acho que eu ficaria feliz ao ver minha filha, mesmo que adotada, sorrindo ao escolher a tinta pra pintar seu novo quarto. Ou então vendo seu sorriso ao ganhar seu primeiro computador. Assim como eu fiquei vendo o carro da Casas Bahia parando bem na minha porta. Acho que no momento, eu não sou feliz. Minto! Sou feliz quando estou com a família reunida, ou quando estou com minhas amigas. Felicidade não se resume a dinheiro, como muita das pessoas pensa, mas se resume em ter o que você quer com o seu próprio esforço. Eu ainda não sou tão feliz, mas tenho certeza de quando eu for dona do meu próprio nariz, isso tudo vai mudar.